

Vivência Mulher Viva Amazônia 2026
Para a mulher que já fez de tudo e ainda sente que carrega algo que nem é dela
Cinco dias para voltar a habitar o seu próprio corpo.
Um chamado de Gaia, da Floresta e da Árvore Mãe Sumaúma.
Uma imersão guiada pela Dra. Luciana da Silva Lopes, médica, especialista em saúde da mulher, atenta, estudiosa e dedicada ao cuidado profundo do feminino - aquele que terapia ou palavra sozinha não alcança.
Inscrições conduzidas pessoalmente pela Dra. Luciana no WhatsApp.

Você se reconhece em algum desses?
Você acorda cansada mesmo dormindo bem.
Sente que vive no automático e perdeu contato com o que de fato sente.
Carrega uma cobrança interna que nunca acaba, mesmo quando entrega tudo.
Sente um peso emocional que parece mais antigo que você - como se viesse de antes.
Já fez terapia, leu livros, foi em retiros - e ainda assim sente que tem algo no fundo que não foi tocado.
A sensação de não pertencimento a instituições e realidades desse mundo te (re)visita.
Olha para a sua vida e tem tudo que era para ter, mas no íntimo sente que não está sendo verdadeira em si.
Se você se reconheceu em pelo menos três dessas linhas, esta página foi escrita para você.

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O que esta Vivência se propõe a trabalhar com você.
Esta não é uma viagem turística. É uma travessia interna estruturada em torno de cinco temas que organizam tudo que acontece nesses cinco dias - das meditações guiadas ao silêncio, do Temazcal ao contato com a Aldeia Tatuyo e a travessia do Rio Ariaú para encontrar a Sumaúma.
1. O peso que não é seu
Aqui se trabalha a liberação do que você carrega há tanto tempo que confundiu com identidade. Padrões herdados, cobranças culturais, dores ancestrais que atravessam gerações de mulheres antes de você. A Vivência abre espaço para que esse peso seja entregue - simbólica e energeticamente - através de meditações guiadas, espelhamento, fluidoterapia, rezos, banhos, benzimentos, Medicinas da Floresta, Temazcal (a tenda de purificação) e a travessia do Rio Ariaú para encontrar a Sumaúma.
2. A reconexão com o seu corpo
Aqui se trabalha a presença corporal. Cinco dias sem celular, sem agenda, sem performance, fazem o sistema nervoso desacelerar a um ponto que a vida cotidiana raramente permite. Banhos de rio, dança, silêncio, alimentação viva, contato com a terra. Você é convidada a habitar o seu corpo de novo - não como projeto, mas como casa.
3. A escuta da sua intuição
Aqui se trabalha o silêncio. A voz interna que costuma ficar abafada pelo barulho do dia a dia volta a se manifestar quando há tempo e espaço suficientes para isso. Os momentos de silêncio propostos pela guiança são, talvez, o presente mais raro desta jornada - e a única exigência real para participar dela. A travessia de portais como o Rio Ariaú e a Sumaúma - árvore onde os Incas realizavam seus rituais sagrados ativam profundamente sua conexão com seu Eu Superior.
4. A pausa da autocobrança
Aqui se trabalha o descanso. A Vivência é estruturada para que você não tenha que decidir nada por cinco dias - hospedagem, alimentação, transporte, atividades, tudo já pensado. O que parece detalhe logístico é, na verdade, terapêutico: você pode finalmente parar de gerenciar e simplesmente estar, confiar, integrar.
5. O sentimento de pertencer
Aqui se trabalha a comunidade. Você está em grupo com outras mulheres na mesma travessia. É recebida pela comunidade indígena Tatuyo como mulher reconhecendo outra mulher. É tocada pelas mulheres indígenas na pintura corporal, na oficina de artesanato, na cozinha, na música, na dança, na cultura, na ancestralidade. Pertencimento não se aprende em livro - se experimenta no corpo, na alma, em relação.

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Existem coisas que palavra não alcança.
A terapia trabalha no plano da consciência. Você fala, processa, integra, segue. Para muita coisa, isso basta.
Mas existem dimensões do feminino que vivem mais fundo. No corpo. Na linhagem. No silêncio do que nunca foi dito por gerações de mulheres antes de você. Essas dimensões não se acessam pela palavra. Elas se acessam pela presença, pelo ritual, pelo corpo, pela comunidade, pela entrega.
É exatamente nesse plano que a Vivência opera. E ela combina três elementos que isoladamente não bastam, mas juntos abrem o que estava trancado:
Cuidado médico real
A guiança é da Dra. Luciana Lopes - médica ginecologista com formação integrativa. Não é uma facilitadora espiritual sem formação clínica. Antes da viagem, todas as participantes respondem a um questionário médico, e a Dra. Luciana acompanha o grupo presencialmente durante toda a Vivência.
Saber ancestral indígena
Você passa um dia inteiro na Aldeia Tatuyo, recebida pela comunidade, conduzida pelo cacique Pinõ e pelas mulheres indígenas. Não como turista olhando de fora. Como mulher reconhecendo outra mulher e sendo cuidada e respeitada pelos homens. É essa relação real que abre o que livro nenhum abre.
Tempo e silêncio suficientes
Cinco dias sem celular, sem agenda, sem performance. É o tempo mínimo para o sistema nervoso desacelerar de verdade e o corpo entregar o que estava segurando. Workshop de fim de semana não chega lá. A Vivência Mulher Viva Amazônia chega.
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Você não vai sozinha.
E nem estará com qualquer pessoa.
Organizadora: Dra. Luciana Lopes - Paigóh
Médica ginecologista com formação integrativa. Guardiã do Ventre, da Cacau e da Floresta. Facilitadora do Sagrado Feminino.
No Instituto Floresta Zen seremos recebidas e cuidadas pela anfitriã Carol da Floresta - Mulher Viva Maravideusa, guardiã das Medicinas Sagradas e Terapeuta Holística atenta e auspiciosa - e sua família linda, de luz, cumplicidade e amor.
Na selva nosso lar será na Comunidade Tradicional Indígena Tatuyos, sob o olhar atento a cada detalhe e movimento do Cacique Piño e sua mulher Ciõká, que nos nutre com sua presença cuidadosa e amorosa, mas também com a comida mais gostosa do Amazonas! Nada passa desapercebido em nosso Lar na Floresta, onde também somos muito sortudas pela presença espiritual do Jai, pelos ensinamentos do Pikó e da Miavikó, pela disponibilidade alegre de Jügoá, Henrique, Kawiripó e toda comunidade. Inclusive cuidam tanto de nós que construíram uma maloca linda para Vivência Mulher Viva Amazônia.
Só é possível entender vivendo!



Vivenciaremos momentos de Mindfulness, Liberação Emocional, Meditação Ativa e Intuitiva, Equilíbrio dos Cháckras, Medicinas Sagradas, Conexão Profunda com Pachamama e Cocriação de novas possibilidades nesse Portal Encantado que é a Floresta Amazônica - Ventre e Coração de Gaia!
Vivência Mulher Viva Amazônia
Período: 14 a 18/06/2026
Guiança: Dra. Luciana da Silva Lopes - Paigóh
Guardiã do Ventre, da Cacau e da Floresta, Facilitadora do Sagrado Feminino, Médica Integrativa, Ginecologista Natural, Obstetra Humanista, Homeopata, Ortomolecular, Mestre em Saúde Pública.
Motivação:
Visualização da Vivência aos pés da árvore Mãe da Amazônia: Sumaúma - Rainha nutridora, distribuidora e organizadora da vida na terra - nas raízes da qual os Maias entoavam seus cantos e celebravam seus rituais - aquela que revela, protege e abençoa.
Potencializar a cura e a conexão daquelas que sentirem o chamado de estar em um grupo potente de Mulheres Vivas na Floresta Amazônica, de forma segura e sagrada, com a intenção de iluminar questões internas e ancestrais que ainda geram bloqueios e dificuldades, de forma sutil e amorosa.

CRONOGRAMA
Dia 14/06/26
Encontro sintonia e abertura da Vivência Mulher Viva Amazônia
Chegância de Mulheres Vivas com partilha - troca, vulnerabilidade, potência - Roda de apresentações e intenções; Meditação.
Almoço de construção coletiva com todas as mãos de mulheres vivas
numa cozinha apaixonante no Instituto Floresta Zen, dentro da Floresta
Harmonização coletiva da cozinha aberta
Passeio guiado pela mata
Temazcal - Tenda da Purificação na noite da Super Lua Nova em Gêmeos
Ritual de iniciação no fogo sagrado sob a guiança da mestra Ana Carolina.


Dia 15/06/26
Saída de Manaus e ida para Floresta Amazônica
Imersão na Aldeia Indígena Tatuyo
Recepção da comunidade
Pintura e cuidados com as mulheres indígenas
Caminhada com os mestres indígenas para reconhecimento de ervas medicinais e aplicações
Banho de rio
Almoço leve preparado pela Sūoka - mulher do cacique
Descanso
Dança e integração com o povo originário indígena
Cultura e História Indígena com o cacique Pinõ
Batismo e Benzimento Xamã
Esclarecimentos sobre as Medicinas da Floresta
Rapé soprado pelo cacique (opcional)
Conexão com a força noturna da Floresta
Rito Xamânico - Consagração (opcional)
Dia 16/06/26
Desjejum
Roda de partilha, Sororidade, Espelhamento
Oficina de artesanato com as mulheres indígenas
Conexão com a força da comunidade e da terra
Bênçãos, Cantos, Rezos
Almoço com comidas típicas
Descanso
Silêncio em si...
Conexão com a força feminina de Gaia e das águas -
meditação guiada, canalização espiritualidade da Floresta
Banho na praia do Rio Negro
Pôr do Sol no Rio Negro
Dança para Lua
Jantar das Deusas
Retomando o silêncio...


Dia 17/06/26
Nascer do Sol estonteante no Rio Negro
Passeio no Rio Negro - reconhecendo mitos e verdades regionais
Café da manhã
Oficina de Perfumes na Cheirin da Floresta - ateliê na selva (opcional)
Passeio ecológico pelo Rio Ariaú
Contemplação da biodiversidade da fauna e flora
Vivência espiritual às raízes da Sumaúma
Conexão ancestralidade
Entrega, Pertencimento, Humildade, Gratidão, Cura
Bênção do útero
Almoço
Descanso
Somos una...
Somos Gaia...
Ventre - Coração...
Como sente a Floresta em si?
Passeio noturno encantado pelos Igapós
Silêncio profundo
Dia 18/06/26
Café da manhã na Pousada de Floresta
Roda de Fechamento
Retorno a Manaus
Almoço Caxiri (melhor restaurante de Manaus - opcional)
Encontro das Águas: Rio Negro e Solimões (opcional)

Pré-requisito fundamental para fluir:
ser capaz de permanecer em silêncio nos momentos propostos pela guiança
Inscrições com Drª Luciana no whastapp: 21988652027
